Aquele Abraço

Engraçado como enquetes se proliferam.

Segunda-feira, 16 Fevereiro, 2009 · Deixe um comentário

Eu sempre fui chegado a enquetes. Elas tem sempre aquele olhar falso-estatístico que seduzem as pessoas…

Tipo: Qual o carro do ano? Em quem você votaria? Já traiu seu amigo? Com a namorada dele?!

Mas bem… Lendo o blog do Thiago, resolvi chupinzar uma enquete já chupinzada. Afinal, 100 anos de perdão pro tio aqui, quando faço isso.

Tema da Enquete: Seis coisas que você, ou alguém por aí, não sabe sobre mim.
I) Logo que comprei uma guitarra, em meados de 1997, mal tocando nesta, formei uma banda pra tocar num festival de colégio. Blues. Ok, pseudo-blues. Era definitivamente um Frankenstein com 4 guitarras, um sax tenor, uma batera e só. Detalhe… Blues sem baixo. 15 anos de idade. “Vovô era mau. Tarã-turum… Ele comeu meu mingau. Tarã-turum… Mu-mu-mu-mu-mingau. Tarã-turum… turum… turum… Tarã-turum…”

II) Minha vida de escolhas profissionais foi uma roleta russa. Em 1999, pensava em Medicina. Em 2000, mudei pra arquitetura, mas ao ver meus belos desenhos na aula de linguagem arquitetônica, desisti e voltei para Medicina. Dada minha preparação/motivação deficiente, fui pro cursinho em 2001. Ao meio do ano, ao ser confrontado por um pai de um grande amigo (este advogado – com toda a manha possível), larguei de Medicina em Junho. Até setembro somente me decidi em prestar Ciências Biomédicas, Geologia, Eng. Física e Publicidade. Entrei em Geologia na Unicamp em 2002. Desde então, fui indo, belo curso… Mas não pra mim. Entrei agora em 2009 em Imagem & Som na UFSCar, após vencer duas perguntas: 1- Sou criativo? 2- Pra fazer cinema, preciso ser filho de banqueiro? Espero não ter de escolher nunca mais.

*Antes quis ser computeiro, mas vi que isso, por si só, não teria sentido na minha vida… :)

III) Doces são supérfluos na minha vida. Nem chocolate me agrada tanto assim… “Sobremesa? Não, obrigado”. Café sem açucar. Nem adoçante. Dá sono isso.

IV) Já tive um one night stand. Não foi muito legal, apesar dos mitos populares. No dia seguinte me senti um canalha, mesmo sendo algo de comum acordo.

V) Em uma discussão com minha irmã, quando adolescente, passei pasta-de-dente no cabelo dela. Definitivamente, conheci nesse dia a força que uma mulher pode ter.

VI) Eu já tive um “Armário da Mônica”. Roupas todas iguais, todos os dias… Calça Levis 550, tamanho 41 e camiseta branca. Era meio folk. Fiquei anos nesse modelito, sendo que minha prima quando pequena, me descrevia tão somente pela roupa…

Mas bem. Um dia, após pensar, escreverei algo sobre responder essas enquetes públicas. Afinal, todo mundo conta o interessante… O descolado. Porém seria o que queríamos? Talvez se houvesse um manto protetor à vergonha, e aos preconceitos, as seis respostas fossem outras.

Categorias: Notivagando

0 respostas Até agora ↓

  • Ainda não há comentários... chute o balde preenchendo o formulário abaixo.

Deixe um comentário